sábado, 15 de setembro de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Sobre a vitória dos Petroleiros do Brasil
A
FUP – Federação Única dos Petroleiros, fez um movimento nacional
extraordinário, sob a perspectiva de uma estratégia de levar uma mensagem ao
povo brasileiro. Lançaram uma greve de 72 horas. Pediram a saída de Pedro
Parente e a mudança na política econômica da Petrobras, apontando ser a
verdadeira responsável pelas altas de combustíveis. A perspectiva apresentada
pelos petroleiros promoveu um constrangedor contraponto ao governo Temer, ao
mercado e sua assessoria de imprensa chamada Rede Globo. Os petroleiros
disseram que não basta reduzir por três meses o valor do diesel ao custo de
recursos de programas sociais, pois o motivo do preço é outro. O governo disse
que atendeu todos os objetivos da pauta do movimento dos caminhoneiros, que
focava somente o valor do diesel.
Nesse
contexto que entra a greve dos petroleiros. Logo o Superior Tribunal do
Trabalho julgou a greve como ilegal por não requerer questões trabalhistas, mas
ideológicas. Os aparatos policiais foram postos em postura de guerra para
manter a política econômica, os altos preços dos combustíveis e os interesses
dos investidores, que estão ganhando com o dinheiro a mais que nós pagamos na
gasolina. Pelo governo, eles colocaram as forças policiais contra nós e
corromperam os poderes Judiciário e Legislativo. O Poder Legislativo já estava corrompido por
grupos econômicos internacionais, por meio de financiamentos de campanha
eleitoral. O Judiciário entrou publicamente para o grupo de corruptos após a
fala de Jucá, que antecipou, em síntese, todos os acontecimentos importantes do
golpe “envolvendo o supremo e tudo....”.
O
conteúdo editorial da rede globo sustentou o acordo do diesel e transformou
seus heróis caminhoneiros em bandidos que estavam bloqueando as estradas em
menos de duas horas. Os movimentos que sucederiam o acordo eram criminosos e
políticos, pois defendiam interesses partidários, segundo as mensagens dos
telejornais. A massa logo aderiu a ideia, mas ficou uma leve lembrança de que
continuarão a pagar a gasolina e o gás mais caros, mas decidiram ver o que ia
acontecer. Uma das principais coisas foi o movimento da FUP e a denúncia da
política econômica. Sem adesão popular, com exceção de alguns pironaltas
dementes que decidiram gritar qualquer coisa envolto de bandeiras e assoprar
vunvuzelas, os petroleiros decidiram fazer algo diferente. Decidiram promover
uma Aula Pública na Refap para falar sobre o tema e explicar o que está
acontecendo. Eu participei da aula e vou relatar os conteúdos em um próximo
artigo. O movimento derrubou o Parente, mas os jornais mostram que Ivan
Monteiro, que assumiu seu lugar é fiel defensor da política entreguista. Todo
mundo está falando da política econômica, que demonstra que os Petroleiros
acertaram na estratégia. Agora todos dependemos da capacidade de discernimento
das pessoas.
terça-feira, 5 de junho de 2018
A Esparta Cerveja Artesanal apresenta a Dr. Scholl, uma cerveja Belgian Tripel, composta com oito grãos e temperada com dois lúpulos. Charles Scholl nos apresenta a cerveja, desde de sua gênese, composição e harmonização. Para provar se manifeste!!!! contatoesparta@gmail.com.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
A mente brilhante anunciada
Charles Scholl
acadêmico de filosofia
Na condição de
estudante do curso de Licenciatura em Filosofia, matriculado no primeiro
semestre de 2018, participei da aula magna aos estudantes dos cursos do Polo
Esteio da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Compreender as estratégias de
expansão das universidades federais gaúchas, que se utilizam dos polos
regionais como meio, foi fascinante. Os resultados alcançados pelo coordenador
do Polo UAB, Cláudio Luciano Dusik e pela sua assessora, Cíntia Cruz da Costa
foram extraordinários. Assim como a manifestação de abertura do evento
protagonizada pelo professor Cláudio Luciano Dusik, um exemplo de persistência
e superação.
A palestra
principal ficou por conta do Secretário Estadual de Comunicação Social, Cleber
Benvegnú, considerado pelo prefeito Leonardo Pascoal, como uma das mentes mais
brilhantes do RS. Em seu discurso, o palestrante explanou a ideia de que as
grandes mudanças devem começar pelos indivíduos. Suas intenções apontavam para
uma reflexão sobre o papel do indivíduo na sociedade. Falou também sobre
princípios de sociabilidade, em que os indivíduos se sentem coagidos a adotar
comportamentos adequados em público. De forma muito espirituosa citou como
exemplo a possibilidade de muitos estudantes presentes talvez tivessem a
vontade de peidar, no entanto, não procederiam desta maneira pelo fato de
estarem em público. Algo que poderíamos
compreender com o conceito de coerção, de Émile Durkheim, que estudamos no
semestre passado. Ao evoluir em sua linha de pensamento, o palestrante introduz
a ideia de sofrência.
A filosofia da
sofrência, segundo o orador, nos mostra que todas as conquistas da vida são
resultados de muita sofrência. Que o sofrimento é fundamental para o sucesso. Logo
inicia uma apresentação de vídeo com Margaret Thatcher falando sobre economia e
Estado. Enaltecendo a direita no parlamento Inglês, a líder internacional do
neoliberalismo sustentava posições que a Inglaterra devia adotar de austeridade
com os recursos públicos. Em posse desse escopo ideológico, Cleber discorreu sobre
a sustentabilidade na política do Governo do Estado, que demonstrou o
brilhantismo do orador anunciado pelo Prefeito de Esteio.
Em minha
condição de estudante de filosofia, não posso me furtar de fazer algumas
observações. A primeira delas é que os representantes das universidades
federais demonstraram claramente o esforço e o animo de prospectar para além
dos muros dos campos universitários possibilidades de cursos superiores. No
Brasil, a crise na educação é um projeto político, como bem nos lembrou Darci
Ribeiro. Mas que projeto político seria esse? Trata-se do neoliberalismo e a
luta pelo estado mínimo que tem provocado a destruição do orçamento da educação
restringindo todas as animadoras possibilidades apresentadas pelos
representantes das universidades federais. Os professores falavam de uma
animação que pertence ao passado. Uma animação possível de ser percebida pela
comunidade acadêmica quando foi descoberto o pré-sal e que, por um decreto, o
Governo Federal destinaria 75% destas riquezas para a educação. Uma alegria que
se perdeu pelas políticas apresentadas pelo palestrante principal.
Em suas lâminas
expostas no telão da Câmara de Vereadores o palestrante apresentou algumas
questões que explicitaram seu conteúdo ideológico. A lista inicia com excesso
de estado, passa pela falta de cultura de deveres, segue pela cultura estadista
e conclui com a cultura egoísta. A ideia de mente brilhante anunciada pelo
prefeito se esvaia pelas minhas mãos na medida que ia compreendendo a audácia e
a coragem do palestrante. Como um mensageiro das ideologias do golpe, ele deixa
claro que a situação das comunidades acadêmicas é cada vez mais triste. A
criação, ampliação e extensão da atuação das universidades federais no Rio
Grande do Sul foi realizada em outros tempos, sob outras perspectivas
políticas. A partir do golpe de 2016, que submeteu o Brasil em um estado de
exceção pela violação de preceitos constitucionais, uma outra forma de
governar, representada por Aécio Neves e rejeitada pela população brasileira foi
adotada no Brasil. As restrições vividas pelas universidades federais decorrem
da ideia de estado mínimo implementadas pelo governo federal em uma gestão golpista
e ilegítima.
Além da questão
política, que merece ser pontuada pela retidão e fidelidade apresentada pelo
orador, existe uma questão que se debruça sobre os largos ombros dos estudantes
presentes na aula. As posturas políticas de sustentação de privilégios
orquestradas e implementadas pelo governo Sartori, no Rio Grande do Sul, e pela
presidência de Temer, em nível nacional, desconstituem a ideia do orador que
busca transferir aos indivíduos a atual crise vivida pelos brasileiros. Ou seja,
esse modelo de governo é fundamentado em mentiras que foram nacionalmente
desmentidas, tais como a tentativa da reforma da previdência. A propaganda
oficial do governo federal sobre o tema chegou a ser retirada do ar por conta
do conteúdo mentiroso. Governos que se fundamentam em mentiras não devem olhar
a educação, pelos seu conteúdo esclarecedor, como algo positivo. De acordo com
a CPI da Previdência, esse grupo político forjou informações falsas buscando
encobertar grandes devedores, como bancos, grandes empresas, ruralistas e o
próprio governo federal. Então diziam que a previdência dava prejuízo, sendo
que os Auditores Fiscais do Tesouro Nacional afirmam que a previdência é
superavitária. Uma prática política levada com tranquilidade e muito bem
representada pelo orador.
Diante da
flagrante mentira protagonizada pelo grupo político do brilhante orador, que
demonstra a conduta moral que organiza a agenda destes militantes partidários, ainda
resta a postura hipócrita de atribuir aos indivíduos as nefastas consequencias
das políticas neoliberais. Enquanto isso, implementam medidas administrativas que
distribuem por livre concessão às petrolíferas internacionais os recursos que
deveriam subsidiar uma geração de acadêmicos, cientistas e criadores de novas
tecnologias que edificariam um novo Brasil. Diante desse quadro, vale o
exercício cínico de tratar com respeito o representante da destruição da
inteligência gaúcha, com o fim da Fundação Estadual de Estudos Estatísticos,
Fundação Zoobotânica e a Metroplan. Tudo destruído pela aplicação de uma
ideologia sustentada por políticos entreguistas, que buscam despistar suas
máculas nefastas com pirotecnias que funcionam em ressonância com a ignorância
e desinformação geral, tal como denunciaram
deputados da Assembleia Legislativa gaúcha.
Uma palestra
esclarecedora que demonstra a demência daqueles que sustentam as posturas
neoliberais, portadores de uma ética egoísta que lhes autoriza contrariar
interesses públicos de ampla maioria dos gaúchos em prol da defesa de
interesses particulares que orbitam em torno de privilégios de uma minoria.
Pois, caso a ideologia pregada pelo orador fosse hegemônica, não existiria Polo
de Universidade Aberta que pudesse lhe ceder um palco para falar aos estudantes,
não existiria sequer universidade federal. Um palestrante que marca de forma
brilhante essa fase deplorável que vivemos, em que as políticas de Estado
favorecem a evasão escolar e secretários de educação comemoram o fechamento de
escolas. O palestrante soube apresentar a faceta velha e decrépita do
neoliberalismo, que é considerada superada pela imensa maioria dos países e só
pode ter sucesso diante de uma população desinformada e despolitizada. Por isso
os neoliberais sustentam esse projeto de destruição da educação. Por sorte, por
persistência e competência o Polo UAB de Esteio caminha na contramão desta
corrente ampliando suas turmas e levando o ensino
superior onde jamais esteve no Brasil.
contatoesparta@gmail.com
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Matéria importante no Sul 21 sobre os desdobramentos dos projetos de Alvorada
https://www.sul21.com.br/jornal/em-processo-de-extincao-metroplan-administra-rdollar-258-milhoes-em-recursos-contra-cheias/
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
INSTRUMENTOS MUSICAIS, UM MEIO PARA ENCANTAR O AMBIENTE
Charles Scholl
O
presente artigo tem por objetivo decantar as experiências obtidas em todas as
etapas da produção do Plano de Aula que culminou em um seminário com a
apresentação do respectivo plano. Participei do Grupo 10, do Polo Esteio, que
teve como tema o Meio Ambiente. Após vencer os desafios pertinentes aos
trabalhos em grupo composto por pessoas com vidas, horários e cotidianos
distintos, selecionamos um tema específico que uniria música, arte, trabalhos
manuais, ressignificação do termo lixo, teorias de sustentabilidade em torno de
um novo olhar sobre o meio ambiente.
Nosso
plano de aula tratou da reciclagem utilizando a música como fator motivador. O
grupo dividiu a tarefa em capítulos e me coube apresentar o oitavo, que tratava
da metodologia. No entanto, penso que é fundamental ingressar no
desenvolvimento do tema proposto para que seja possível trazer às palavras algo
mais próximo da real experiência decorrente desta tarefa acadêmica.
Em
que contexto podemos compreender a ideia de meio ambiente atualmente? Responder
a essa questão foi meu primeiro passo, já que as literaturas presentes nos
temas transversais poderiam ser consideradas superficiais diante da abordagem
escolhida pelo grupo. Os conteúdos presentes na cartilha Parâmetros
Curriculares Nacionais – Meio Ambiente, disponibilizada pelo portal do
Ministério da Educação, justificam a importância do tema e os desafios de
trata-los em sala de aula. Neste espaço se ancora a grande tarefa de mudar
hábitos por meio da transmissão de conhecimentos e vivências, que venham a
contribuir para uma nova geração de pessoas conscientes de suas
responsabilidades com o meio ambiente.
Aferir
um processo educativo com pretensões de mudança comportamental seduziu-me a
extrapolar para outras literaturas. Em virtude da atual formação acadêmica, a
opção pela filosofia foi irresistível, principalmente com as liberdades
pertinentes a calouros em seu primeiro semestre. A ecosofia, um neologismo
criado por Félix Guattari, autor da obra As Três Ecologias, me pareceu a melhor
abordagem teórica para dar conta dos desafios. Já que para intervir em padrões
comportamentais consolidados é preciso desconstruir e ressignificar valores em
todas as relações da intervenção humana. A obra “As três ecologias” sugere, em
síntese, uma forma de organizar nossa relação com o meio ambiente pela
perspectiva do comportamento. Ela parte da relação ecológica que o ser tem com
seu ambiente mental e sugere uma revisão sobre os hábitos pessoais. Em um
segundo momento o ambiente social em que essa pessoa está inserida também é
objeto de análise e revisões de hábitos sociais. A terceira ecologia é a
relação deste ser com o meio ambiente que vive. Desta fase é que surge a ideia
da sustentabilidade. Com isso, resolvemos a questão dos conteúdos, como podem
ser organizados e o princípio da ideia de ressignificação do conceito de lixo,
ao utilizar materiais que normalmente são descartados e transforma-los em
brinquedos sonoros, ou instrumentos musicais.
Além
do conteúdo programático ofertado por Félix Gattarri, a ideia de utilizar a
música favorece o desenvolvimento cognitivo, como afirma a professora doutora
Elvira Sousa Lima: “Há evidências de que a apropriação da sintaxe musical tem
impacto positivo na sintaxe linguística e em outros domínios da cognição” (LIMA,
Elvira. Cérebro Musical. Revista Presença
Pedagógica, São Paulo, edição nº95, setembro/outubro 2010).
Desde
Emilio, ou da Educação, de Jean-Jacques Rousseau, podemos compreender com mais
clareza a moderna pedagogia. Trata-se do pressuposto de que a aula a ser dada
deve, por princípio, ser agradável e interessante ao estudante. A educação não
deve ser algo odioso ou um castigo, como ocorriam com os educadores jesuítas
muito criticados por Rousseau. Esses conteúdos seriam suficientes para embasar
o Plano de Aula em questão, além de constituir a etapa mais educativa deste
trabalho em grupo.
Referências:
GUATTARI,
Felix. As três ecologias. 20ª ed. Trad. Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas:
Papirus, 2009, 56p.
ROUSSEAU,
Jean-Jacques. Emílio, ou da educação. 1ª ed. Trad. Laurent de Saes. São
Paulo: Edipro, 2017, 560p.
Ministério da Educação (MEC). Secretaria de
Educação Fundamental (SEF). Parâmetros Curriculares Nacionais:
apresentação dos temas transversais, Meio Ambiente. Brasília, DF: MEC/SEF,
1997b.
LIMA,
Elvira. Cérebro Musical. Revista Presença
Pedagógica, São Paulo, edição nº95, setembro/outubro 2010.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
O Galinhão!!! Uma história de Natal....
![]() |
| Na virada com minha mãe, meu irmão e o Alex |
Essa fotonovela é o registro deste Natal de 2017, que
começou com a virada que passei com minha mãe, meu irmão e o Alex, que topou
assar o churrasco. Tinha concluído as últimas publicações nas redes sociais que
administro e saí do Vitória Régia, condomínio popular onde moro, para o
condomínio ao lado, Morada de Esteio I, outro condomínio popular onde minha mãe
mora com meu irmão. Ao final da janta nosso protagonista principal entra em
cena, chamado pela minha mãe de chester.
Ela relatava que faria o chester na panela, meu irmão
contestava dizendo que devia fazer no espeto com papel alumínio e diante do
impasse ninguém fez o chester. Na hora de ir para casa eu me ofereci para assar
o chester, que até aquele momento não tinha a menor ideia do que se tratava. Eu
via chester escrito nas propagandas e sendo pronunciado por muitas pessoas, mas
nunca tinha visto um chester vivo. Seria o que isso? Decidi perguntar. As
respostas abriram um leque tão diverso que poderia enquadrar o chester até como
um anfíbio, mamífero, que daria inveja as aptidões adaptativas do ornitorrinco.
Eis que me largaram uma sacola plástica com o chester dentro
e o levei naquela noite para minha casa. Ele chegou e fez uma bagunça na
geladeira. Escorreu um líquido amarelado com sangue que se espalhou por tudo.
Percebi só pela manhã de Natal. Ao acordar pensei em assar o chester, mas não
tinha ideia de como fazer isso. Primeiro queria conhecer o chester, abrir o
pacote e quem sabe ter que tirar seu rabo, escamas, ou penas. Ao abrir percebi
que conhecia chester, então fui ler a embalagem. Era um Fiesta Sadia, ou seja,
um galinhão. Isso eu sei fazer.
Iniciei a tarefa pela manhã, besuntei e achei uma forma
criativa de prender as coxas. Depois foi para o papel alumínio e forno por uma
hora e meia em 200 graus. Depois desliguei e saí em busca da Ingrid. Logo
retornamos para casa e reassumi a tarefa de assar o galinhão. Ele já estava
cozido, mas precisava dar aquela douradinha. Quando ficou pronto postei uma
foto e mostrei para minha mãe o feito e ela me pediu para levar em sua casa.
Eu e a Ingrid fomos levar o galinhão já pronto, assado,
dourado e com um aroma de deixar água na boca. Logo que chegamos na casa da
minha mãe foi uma emoção só. Agora não falo do galinhão, mas da minha filha e ela
que não se viam por mais de cinco anos. Viva o galinhão e um feliz natal para
todos e todas.
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